Bahia: Alejo Veliz vive o maior jejum desde a estreia, e Ceni explica por que mantém o argentino

Veliz está há sete jogos sem marcar pelo Bahia, mas Rogério Ceni defende o centroavante pelo trabalho sem a bola antes do duelo com o Cruzeiro.

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Alejo Véliz em treino do Bahia — Foto: Letícia Martins/EC Bahia
Resumo em 10 segundos
  • Sete jogos seguidos sem gol
  • Três gols em 14 partidas pelo Bahia
  • Bahia visita o Cruzeiro na quinta, 21h30

Rogério Ceni não pretende tirar Alejo Veliz do time por causa dos gols que não saem. O argentino passou em branco na vitória por 3 a 2 sobre o São Paulo e chegou ao sétimo jogo seguido sem marcar, o maior jejum desde que estreou pelo Bahia. Depois da partida, o técnico disse que o centroavante não teve "uma chance real", mas abriu espaço para Kike, Erick Pulga e as infiltrações de Jean Lucas, além de vencer a maior parte dos duelos com Arboleda.

Os números ajudam a entender a escolha. Veliz chegou em junho, estreou depois da Copa do Mundo e foi titular em todos os 14 jogos desde então, com três gols e uma assistência, todos na fase entre o empate com a Chapecoense e a vitória sobre o Bragantino. A média de 0,21 gol por jogo é a mesma de Everaldo e maior do que a de Willian José, que tem 0,12. O diferencial está na resistência: o argentino jogou os 90 minutos em seis partidas e soma 1.212 minutos, contra uma vez cada dos dois concorrentes.

A leitura é que Ceni troca gols por volume de jogo, só que a conta fica mais cara na reta final, quando o Bahia, com 53 pontos, briga pela vaga na Libertadores. A próxima chance de Veliz é na quinta-feira, às 21h30, contra o Cruzeiro, no Mineirão, pela 34ª rodada, num confronto direto que pode decidir se a aposta do técnico se sustenta.

Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →

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