
- Compra custa 6 milhões de euros
- Empréstimo vai só até o fim de 2026
- Eleição de dezembro trava o planejamento
A permanência de Artur no São Paulo em 2027 é incerta. O atacante está emprestado pelo Botafogo até o fim de 2026, e a compra definitiva custaria 6 milhões de euros, cerca de R$ 37 milhões, valor que o clube, em crise financeira, não tem como pagar à vista. Uma ideia estudada internamente é parcelar o negócio, mas a diretoria sabe que convencer o Botafogo não seria simples.
Artur chegou em março e disputou 33 jogos, com cinco gols e cinco assistências, ou seja, dez participações diretas em gol, o que o transformou em um dos destaques do time de Dorival Júnior. Ele gostaria de ficar no Morumbis, só que o estafe acredita que outros clubes vão procurá-lo na próxima janela, embora não existam propostas oficiais. Mesmo que ele saia, o São Paulo terá de pagar R$ 2,7 milhões ao Botafogo, uma devolução dos 40% dos salários que o time carioca bancou, em 10 parcelas a partir do início do ano, o que dá cerca de R$ 270 mil por parcela.
A leitura é que a eleição presidencial, marcada para o começo de dezembro, pesa tanto quanto o dinheiro, porque o departamento de futebol ainda não tem planejamento para 2027 e não consegue definir chegadas, saídas e permanências. Enquanto isso não muda, o futuro do atacante segue em aberto e depende de uma solução de pagamento que ainda não existe.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →