
- Ceni queria o jogo adiado pela chuva
- Bahia segue em 7º, com 50 pontos
- Vantagem sobre o Santos fica em quatro
O empate por 1 a 1 com o Santos, neste sábado, custou ao Bahia mais do que dois pontos. Com a vitória na Vila Belmiro, o time de Rogério Ceni abriria sete pontos sobre um concorrente direto na briga pela Libertadores e poderia chegar ao quinto lugar, como o próprio treinador lembrou. Só que o gol de Luan Peres nos acréscimos manteve a diferença em quatro pontos, e o Tricolor segue em sétimo, com 50, fora da zona de classificação.
Na coletiva, Ceni dividiu a culpa entre o próprio time e o temporal que caiu em Santos. Ele contou que foi com Cuca pedir a paralisação, porque a bola já não rolava, mas os jogadores dos dois lados quiseram seguir. Para ele, a partida "acabou aos 20 minutos" e virou várzea, com cerca de 70% do tempo resolvido no chutão, e por isso nem a vantagem de jogar com um a mais depois da expulsão de Neymar fez diferença. O técnico também admitiu a falha no lance do empate, numa bola em que o Bahia tinha três jogadores contra um.
Os números ajudam a explicar o incômodo: o Bahia somou só 4 dos últimos 15 pontos, com três derrotas, um empate e uma vitória, e o tabu sem vencer o Santos na Vila chegou a 14 anos. A leitura é que o elogio à entrega do elenco, bem diferente do que se viu na derrota para o Flamengo, não esconde a queda de rendimento na reta final. Com uma partida em casa ainda por disputar, como lembrou Ceni, o Bahia tem ali a chance de recuperar o terreno perdido e voltar ao G-6.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →