
- Queda confirmada no 2 a 1 do Mirassol
- Vice no Catarinense e na Sul-Sudeste
- 29 movimentações no elenco durante a Copa
A queda da Chapecoense, confirmada com a derrota por 2 a 1 para o Mirassol na Arena Condá, fecha uma temporada em que quase nada deu certo. O ano até começou animado, com a vitória por 4 a 2 sobre o Santos na estreia do Brasileirão, em 28 de janeiro, e dois empates seguidos contra Vasco e Coritiba. Só que as frustrações vieram cedo, porque a Chape chegou às finais do Catarinense e da Copa Sul-Sudeste e perdeu as duas em casa: primeiro para o Barra, time da Série C, e depois para o Avaí, nos pênaltis, após devolver na volta o 3 a 0 sofrido na ida.
A instabilidade no banco ajuda a explicar o resto. Gilmar Dal Pozzo caiu em abril, depois de uma derrota por 4 a 0 para o Atlético-MG em Chapecó, pela nona rodada. Fábio Mathias, que chegou da Portuguesa, somou só um dos 21 pontos que disputou no Brasileirão, um aproveitamento abaixo de 5%, e saiu com duas vitórias em dez jogos somando todas as competições. Rafael Lacerda assumiu com o time já na lanterna, e durante a parada para a Copa do Mundo o clube mexeu em 29 nomes do elenco, entre 11 contratações, 15 saídas e três empréstimos.
A leitura é que a soma de três técnicos efetivos, períodos com interinos e uma reformulação no meio da temporada deixou a Chapecoense sem tempo para encontrar uma base. Agora restam quatro rodadas para cumprir tabela na Série A, e o foco passa a ser o planejamento da Série B de 2027, a começar pela definição do comando técnico e de quem segue no elenco.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →