
- Superávit de R$ 157,3 milhões em setembro
- Allan ao City rendeu R$ 220 milhões fixos
- Déficit do ano cai para menos de R$ 39 milhões
Bastou um mês para o Palmeiras desfazer boa parte do estrago de oito meses de contas no vermelho. O balancete de setembro, divulgado nesta terça-feira, mostra superávit de R$ 157,3 milhões, valor que equivale a cerca de 80% do déficit de R$ 196 milhões que o clube acumulava até agosto. O motor foi a venda de Allan ao Manchester City, fechada por R$ 220 milhões fixos e que pode chegar a R$ 240 milhões com bônus. A linha do balancete que reúne as vendas de atletas registrou R$ 230,6 milhões no mês, e o Jogada10 ainda aponta R$ 24 milhões pela negociação definitiva do goleiro Kaique com o Sporting.
O alívio vem depois de uma sequência pesada. De janeiro a agosto, só fevereiro fechou no azul, e junho foi o pior mês, com R$ 58 milhões negativos. A diretoria orçou R$ 399 milhões em vendas para 2026, mas preferiu segurar os principais nomes enquanto o time disputava as taças e só cedeu diante da proposta inglesa. Com ela, o clube calcula ter alcançado mais de 85% da meta de vendas. A leitura é que a aposta funcionou nas duas pontas, porque o elenco foi mantido para a reta decisiva e o caixa recebeu a injeção quando mais precisava.
Pelas contas, o Palmeiras ainda precisa de cerca de R$ 50 milhões de resultado positivo nos três últimos meses para zerar o déficit atual e chegar ao superávit de R$ 11,2 milhões previsto no orçamento, segundo o ge. A premiação da Libertadores pode resolver isso sozinha, já que a campanha até aqui vale cerca de R$ 80 milhões e o título elevaria o valor para mais de R$ 170 milhões. A final continental, então, pesa também no fechamento do balanço de 2026.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →