
- CBF não vai divulgar o áudio do VAR
- Lance: mão de Barboza no 2º tempo
- Volta da semifinal em São Januário
O toque de mão de Alexander Barboza dentro da área, aos 4 minutos do segundo tempo da vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Vasco, vai continuar sem som. A CBF decidiu nesta segunda-feira que não vai tornar públicos os diálogos entre Anderson Daronco e a cabine do VAR sobre o lance, que o Vasco tratou como pênalti claro desde o apito final. A avaliação da arbitragem será repassada aos dois clubes na reunião semanal da entidade.
A justificativa da CBF, segundo o UOL, é técnica: a arbitragem entendeu o lance como uma disputa normal, com o braço do zagueiro em movimento natural, e por isso o VAR nem chamou Daronco ao monitor. Sem revisão, a regra interna não prevê a divulgação do áudio. Do outro lado, o Vasco tem a imagem, o apoio do comentarista PC Oliveira e a revolta do diretor Admar Lopes, que chamou a atuação de vergonhosa, enquanto Pedrinho cobrou o árbitro pessoalmente no túnel. A leitura é que o silêncio protege o procedimento, mas deixa a decisão sem a transparência que a própria CBF prometeu em julho, quando criou prazo de até 10 dias para responder às queixas dos clubes.
A polêmica chega viva à volta, em São Januário. O Palmeiras joga pelo empate para ir à final da Copa do Brasil, enquanto o Vasco precisa vencer por dois gols para avançar direto ou por um para levar a decisão aos pênaltis, e ainda sem Saldivia, expulso na ida. A resposta oficial da comissão de arbitragem sai na reunião com os clubes, antes de a bola rolar.
Com informações do Jogada10. Leia a matéria original no Jogada10 →