
- Aguirre deu origem ao gol contra o Botafogo
- Transferência ao Rosario Central travou no exame médico
- Inter enfrenta o Fluminense no Maracanã
Poucos meses atrás, Aguirre fazia as malas para voltar à Argentina. A ida ao Rosario Central só não aconteceu porque o lateral não passou no exame médico, e ele retornou ao Beira-Rio sem espaço, já que o time usava Vitinho improvisado na linha de cinco defensores. Hoje o cenário é outro, porque o argentino virou um dos símbolos do esquema de Eduardo Baptista, em que os alas funcionam como pontas.
Na vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo, foi dele a jogada do primeiro gol: Aguirre passou por Matheus Martins, cruzou, Marçal desviou mal e Matheus Bahia completou. O argentino ainda fez um golaço, encobrindo Gabriel Batista, mas o lance foi anulado por falta de Alerrandro na origem. Baptista chamou o lance do gol de "a essência deste sistema" e descreveu o lateral como corajoso, com fôlego e força para marcar. Para o torcedor colorado, a virada tem gosto especial, porque Aguirre carregava a imagem do choro no banco depois da goleada de 5 a 1 para o Vasco em 2025, quando foi substituído aos 14 minutos. A leitura é que a confiança devolvida ao jogador explica tanto quanto a mudança tática.
O próximo teste é contra o Fluminense, no Maracanã, e o Inter chega com desfalques na defesa: Anthoni e Matheus Cunha estão fora, e Kauan Jesus segue no gol. Nesse contexto, a dupla de alas formada por Aguirre e Matheus Bahia ganha ainda mais peso para manter a reação longe da zona de rebaixamento.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →