São Paulo rebate Casares na Justiça e chama argumentos do ex-presidente de “alucinações”

Em contestação ao processo movido por Julio Casares, o clube diz que ele usou o cartão corporativo para gastos pessoais e classifica a ação como “desleal e traiçoeira”.

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Presidente do São Paulo, Julio Casares, na chegada à Arena Barueri — Foto: Marcos Ribolli
Resumo em 10 segundos
  • São Paulo contesta ação de Casares
  • Clube cita gastos pessoais no cartão corporativo
  • Ex-presidente segue investigado na esfera civil e criminal

O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Julio Casares, ex-presidente do clube, que pede a declaração de “inexistência de gestão temerária”. Na defesa, os advogados do clube chamam os argumentos dele de “alucinações” e a ação de “desleal e traiçoeira”.

Segundo o clube, o parecer da Comissão de Ética aponta que Casares admitiu usar o cartão corporativo também para despesas pessoais, como vestuário, restaurantes e farmácia. O São Paulo também afirma que, na gestão dele, movimentações de valor expressivo ficaram sem documentação suficiente e que a auditoria fez ressalva sobre saques não documentados.

Casares processou o clube em 10 de setembro, alegando ter sido vítima de uma “trama política”. Ele foi expulso do quadro associativo por gestão temerária, após o mandato de janeiro de 2021 a janeiro de 2026, mas segue investigado nas esferas civil e criminal.

Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →

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