
- São Paulo contesta ação de Casares
- Clube cita gastos pessoais no cartão corporativo
- Ex-presidente segue investigado na esfera civil e criminal
O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Julio Casares, ex-presidente do clube, que pede a declaração de “inexistência de gestão temerária”. Na defesa, os advogados do clube chamam os argumentos dele de “alucinações” e a ação de “desleal e traiçoeira”.
Segundo o clube, o parecer da Comissão de Ética aponta que Casares admitiu usar o cartão corporativo também para despesas pessoais, como vestuário, restaurantes e farmácia. O São Paulo também afirma que, na gestão dele, movimentações de valor expressivo ficaram sem documentação suficiente e que a auditoria fez ressalva sobre saques não documentados.
Casares processou o clube em 10 de setembro, alegando ter sido vítima de uma “trama política”. Ele foi expulso do quadro associativo por gestão temerária, após o mandato de janeiro de 2021 a janeiro de 2026, mas segue investigado nas esferas civil e criminal.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →