
- Zanotti chega a 100 gols pelo Corinthians
- Quarta final perdida pelas Brabas em 2026
- Paulistão recomeça em 17 de novembro
Gabi Zanotti não poupou o próprio time depois da final da Libertadores Feminina. A camisa 10 do Corinthians marcou duas vezes no sábado, passou dos 100 gols pelo clube e viu as Brabas abrirem 3 a 0 e, mais tarde, 4 a 2 sobre o Cruzeiro, só que o empate por 4 a 4 saiu aos 44 minutos do segundo tempo e a taça foi decidida nos pênaltis, com vitória mineira por 5 a 4. Para ela, a virada nasceu de um relaxamento em campo: "Mudamos a postura, e isso é inadmissível".
A bronca pesa porque a campanha vinha impecável. O Corinthians chegou à decisão com cinco vitórias em cinco jogos, 21 gols feitos e só dois sofridos, e o ponto forte do adversário já era conhecido, porque a própria Zanotti lembrou que a bola aérea era a principal arma do Cruzeiro, e três gols mineiros nasceram de cruzamentos. A meia ainda disse que o centésimo gol teria outro gosto com o título e chamou a noite de "para ser esquecida".
A leitura é que a frase de Zanotti fala por uma torcida acostumada a levantar troféu, já que 2026 virou o ano dos quase: foram quatro finais perdidas (Copa dos Campeões para o Arsenal, Supercopa para o Palmeiras, Brasileirão Feminino para o São Paulo e agora a Libertadores), além da queda precoce na Copa do Brasil. Sobrou o Paulistão para evitar uma temporada inteira sem título, e essa caminhada recomeça em 17 de novembro, contra o Red Bull Bragantino, na briga por vaga na semifinal.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →