
- Camila defendeu a cobrança de Gi Fernandes
- Cruzeiro venceu por 5 a 4 nos pênaltis
- Vaga no Mundial de Clubes Feminino de 2028
A defesa que deu ao Cruzeiro feminino a primeira Libertadores Feminina da história saiu das mãos de uma goleira que carregava cobrança. Camila Rodrigues pegou a sétima batida do Corinthians, de Gi Fernandes, e fechou a disputa de pênaltis em 5 a 4, depois do 4 a 4 no tempo normal. Na saída de campo, ela preferiu falar do passado: "Eu já errei muito nesse clube e não esqueço de nada disso", disse, antes de repetir que a conquista foi obra de Deus.
A frase pega a torcida celeste num ponto sensível, porque a goleira ouviu críticas até chegar a essa noite. A trajetória dela começou no Maranhão, no Sampaio Corrêa, em 2017, e passou por Viana, Chapecoense, Internacional e Iranduba antes da projeção nacional no Santos, em 2020. Só no Cruzeiro, porém, veio o título continental. A leitura é que o elenco das Cabulosas, que reagiu depois de estar atrás por 3 a 0, tem em Camila o retrato da insistência que marcou a campanha.
O título também tem efeito prático. Além do prêmio de R$ 11,1 milhões, o Cruzeiro garantiu vaga na próxima Libertadores Feminina, entra direto na semifinal da Copa dos Campeões de 2027 e estará na primeira Copa do Mundo de Clubes Feminina, prevista para 2028.
Com informações do ge. Leia a matéria original no ge →